Asked By: Thomas Gonzales Date: created: Jun 11 2023

Quem tem alergia a amoxicilina toma qual antibiótico

Answered By: Harry Johnson Date: created: Jun 12 2023

Qual o antibiótico mais indicado para crianças alérgicas à penicilina? Como deve ser prescrito? Para crianças alérgicas a penicilina, temos como primeira opção o Estearato de Eritromicina (40 a 50 mg kg/peso/dia de 6 em 6 horas – suspensão). Além disso, pode-se utilizar a Claritromicina (7,5 a 15mg kg/peso/dia de 12 em 12 horas – suspensão); Azitromicina (10 mg kg/peso/dia de 12 em 12 horas – suspensão); Lincomicina (30 a 60 mg kg/peso/dia de 6 em 6 horas – xarope); Clindamicina (10 a 20 mg kg/peso/dia de 6 em 6 horas – suspensão).

Asked By: Jeremiah Garcia Date: created: Oct 20 2022

O que acontece se tomar Benzetacil e for alérgico

Answered By: Jason Gray Date: created: Oct 22 2022

Reações incomuns (>1/1.000 e Pele: erupções cutâneas; vermelhidão na pele, coceira, urticária. Sistema urinário/eletrolítico: inchaço por retenção de líquidos. Reações de hipersensibilidade: reações anafiláticas (alérgicas graves), inchaço da laringe. Sistema cardiovascular: queda da pressão arterial.

Asked By: Carl Brooks Date: created: Jun 02 2023

Quem é alérgico penicilina pode tomar amoxicilina

Answered By: Dylan Ross Date: created: Jun 04 2023

Quem tem alergia a penicilina pode tomar amoxicilina? Não. A amoxacilina é do mesmo grupo farmacológico das penicilinas e podem ter reação cruzada. O mais seguro e fazer um teste de provocação antes do uso ou usar outro antibiótico de outro grupo farmacológico.

Asked By: Oliver Thomas Date: created: Feb 13 2023

Qual antibiótico é indicado para quem tem alergia a penicilina

Answered By: Sean Simmons Date: created: Feb 15 2023

Antibióticos de segunda linha representam maior risco – Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde recomenda a cefazolina como antimicrobiano de primeira escolha para as cirurgias. Contudo, em pacientes com história de alergia à penicilina, é sugerida a utilização de outros fármacos, tais como outras cefalosporinas, vancomicina ou clindamicina.

Existem muitas pessoas com falsos diagnósticos de alergia a antibióticos da família das penicilinas, cujas consequências, em termos clínicos e de serviços de saúde, podem ser graves. “Desde logo, estes doentes são tratados com antibióticos de segunda linha, que são menos eficazes e comportam um maior risco de resistências do que as penicilinas”, explica Bernardo Sousa Pinto, que é também investigador do CINTESIS.

Note-se que o português já participou noutros trabalhos que revelaram que a testagem para a alergia às penicilinas permite poupanças económicas substanciais (na ordem dos 282 euros por doente internado nos hospitais portugueses e até 2103 euros em contexto de ambulatório), para além de terem permitido calcular que apenas um em cada dez doentes diagnosticados é realmente alérgico às penicilinas.

O que acontece com quem tem alergia a amoxicilina?

ESTUDO: QUAL A PORCENTAGEM REAL DE CASOS DE ALERGIA À PENICILINA? – O estudo em questão identificou crianças e jovens de 3.5 a 18 anos que foram atendidos em um único serviço de emergência e cujos pais relataram alergia à penicilina. Os pesquisadores coletaram informações em um questionário de 17 itens, obtendo detalhes sobre a reação alérgica.

As perguntas incluídas no questionário eram: idade da criança quando apresentou a alergia, qual antibiótico estava tomando quando teve alergia, a indicação do antibiótico prescrito, quais os sintomas da reação alérgica e história familiar de alergia. O objetivo era identificar uma coorte de crianças de “baixo risco”, que provavelmente não possuíam alergia verdadeira à penicilina, representando grupo sem risco de reação grave mediada por IgE ou células T e que, portanto, poderiam ser testadas para a alergia à penicilina.

Os pacientes com alto risco de alergia à penicilina foram eliminados. Isso incluiu crianças cujas reações apresentavam componentes respiratórios ou cardiovasculares, incluindo sibilância, dispneia, edema das vias aéreas, síncope, alterações da pressão arterial e reações cutâneas (angioedema orofacial, eritema difuso ou reações cutâneas bolhosas como Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica).

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Qualquer sintoma de anafilaxia também foi classificado como alto risco. As reações de baixo risco foram as que envolvem a pele (com ou sem prurido), sintomas gastrointestinais (vômitos ou diarreia) e alguns sintomas respiratórios superiores (coriza ou tosse). Os que apresentavam apenas uma história familiar de alergia foram considerados como de baixo risco.

O questionário foi aplicado de forma completa para 597 crianças. Dessas, 73% foram consideradas de baixo risco, de acordo com o instrumento de triagem. Vinte e sete por cento das crianças tinham pelo menos um sintoma de alto risco para alergia.100 crianças elegíveis foram submetidas a sequência completa de testes, constituído de teste percutâneo, seguido de um teste intracutâneo, mais sensível, e por último o enfrentamento oral.

Allergy Testing in Children With Low-Risk Penicillin Allergy Symptoms David Vyles, Juan Adams, Asriani Chiu, Pippa Simpson, Mark Nimmer, David C. Brousseau. Pediatrics Volume 140, number 02, agosto de 2017.

Qual antibiótico e a Benzetacil?

Pílula Farmacêutica #94: O medicamento benzetacil é um antibiótico de baixo custo e alta eficácia 30/11/2021 – Publicado há 2 anos Esta edição do fala sobre o antibiótico benzilpenicilina benzatina ou penicilina G, mais conhecida como benzetacil, a temida injeção dolorida.

  1. O medicamento é da classe das penicilinas, substância descoberta pelo britânico Alexander Fleming em 1928 que marcou a história da medicina, tornando possível o tratamento de infecções bacterianas que até então representavam sentença de morte.
  2. Apesar de antiga, essa classe de antibióticos continua eficaz e é utilizada, ainda hoje, para tratar infecções de vias aéreas e sexualmente transmissíveis, entre outras.

Exemplo deste tipo de medicamento é a amoxicilina. Informa a acadêmica Giovanna Bingre, orientada pela professora Regina Andrade, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, que o benzetacil é um antibiótico de baixo custo e de alta eficácia.

  1. Tem ação relativamente rápida, sendo possível notar melhora no quadro infeccioso 24 horas após a administração injetável do medicamento, com concentração circulante “no sangue por até 30 dias, dependendo da dose”.
  2. É também seguro para uso em gestantes e usado como principal tratamento de sífilis congênita.

Entre os principais efeitos adversos, observam-se dor de cabeça, náuseas, candidíase e dor no local da injeção. Mas os profissionais de saúde também devem ficar atentos para possíveis alérgicos ao benzetacil que podem se tornar casos graves, apesar de raros (de 0,03 a 0,05% das pessoas).

Asked By: Jonathan Perry Date: created: Jun 05 2023

Pode tomar Benzetacil para garganta inflamada

Answered By: Keith Rodriguez Date: created: Jun 06 2023

Você sabia que uma infecção de garganta mal curada pode afetar o coração? Ainda pouco conhecida entre nós, a febre reumática é uma doença que surge como complicação de uma infecção de garganta causada pela bactéria estreptococo, quando não é tratada a tempo e de forma adequada.

Essa infecção de garganta é muito freqüente, principalmente em crianças e adolescentes, e por isso também a febre reumática é mais comum entre 5 e 15 anos. O organismo de algumas pessoas reage ao estreptococo de forma mais agressiva, causando a inflamação de algumas partes do corpo enquanto a bactéria é combatida.

Ocorre, então, a febre reumática. A febre reumática, que pode atingir as articulações (juntas), o cérebro e o coração, não tem o seu maior perigo no acometimento reumático ou das “juntas”, que não deixa problemas futuros, como deformidades ou outras limitações, mas sim na inflamação do coração (cardite).

A inflamação, quando ataca o coração atinge principalmente suas válvulas, prejudicando o seu funcionamento e deixando cicatrizes, que podem durar a vida inteira. Em geral a inflamação do coração causa sintomas como cansaço, dificuldade para ganhar peso, “coração acelerado”, além do “sopro”(ruído que o médico escuta e que alerta para algum problema no coração).

Outros sintomas que podem ocorrer na febre reumática são manchas vermelhas ou caroços embaixo da pele, e movimentos anormais involuntários, principalmente dos braços, e do rosto, quando ocorre inflamação do cérebro (coréia). Nesse caso as crianças muitas vezes fazem caretas ¨sem querer¨, ou deixam cair objetos, além de não conseguirem escrever direito.

  1. Por vezes a professora ou mesmo os pais não reconhecem nisso uma doença, e punem a criança, por achar que se trata de ¨birra¨.
  2. O diagnóstico da febre reumática depende de um bom conhecimento dos sinais e sintomas da doença, já que não existe um exame de sangue que sozinho seja capaz de identificar quem tem a doença.
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Alguns exames são utilizados para auxiliar no reconhecimento da ¨inflamação¨, mas esses devem ser corretamente interpretados, e não são específicos da febre reumática. O pediatra necessita muitas vezes do parecer de especialistas em doenças reumáticas na infância e do cardiologista infantil para ter certeza do diagnóstico.

O tratamento da febre reumática é feito com o uso de medicamentos anti-inflamatórios por períodos bastante longos e de repouso. Mas, mais importante do que o tratamento é a prevenção da doença. Isso porque se a infecção de garganta for tratada corretamente, a doença não existirá – isso é o que chamamos de profilaxia primária.

A melhor forma de tratar essa infecção é com uma injeção de penicilina benzatina (o popular Benzetacil), que com apenas uma dose é capaz de tratar da infecção de forma completa. Quando a criança ou o adolescente não pode tomar injeção por qualquer razão, pode-se utilizar o antibiótico por via oral, em geral, a amoxicilina, mas nesse caso o tratamento tem de ser por 10 dias completos.

  1. No caso do paciente ser alérgico à penicilina, o que é muito raro na infância, ele deve tomar outro antibiótico por via oral, chamado eritromicina, também pelo período de 10 dias completos, mesmo que a dor de garganta melhore no meio do tratamento.
  2. No entanto, quando a criança ou o adolescente já tem febre reumática, ele(a) precisa evitar novos surtos da doença.

Para manter a bactéria estreptococo longe dessas pessoas, elas devem receber a penicilina benzatina regularmente, de 21 em 21 dias – o que chamamos de profilaxia secundária. A penicilina benzatina é uma penicilina de longa duração, sendo capaz de permanecer circulando no corpo por 21 dias, impedindo assim a infecção de garganta por essa bactéria.

  • Infelizmente muitos pacientes abandonam o tratamento por não entenderem bem a sua necessidade, e por ser um tratamento longo e desconfortável.
  • Esses acabam sendo vítimas de novas crises da doença, que aumentam as cicatrizes no coração, e muitas vezes acabam precisando fazer cirurgia cardíaca para a troca de válvulas defeituosas por válvulas artificiais, o que acaba levando a mais sofrimento e dificuldades na vida escolar e no trabalho do paciente e de seus pais.

Há cerca de dez anos, alguns cardiologistas pediátricos reunidos na Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro observaram as dificuldades encontradas pelos portadores de febre reumática em terem um acompanhamento adequado, havendo um grande número de abandono de tratamento e seqüelas cardíacas graves.

Assim, foi constituído o GRUPO DE TRABALHO DE FEBRE REUMÁTICA, com o objetivo de organizar centros de referência para febre reumática, ou seja, hospitais com pediatras e especialistas pediátricos (cardiologistas e reumatologistas) capazes de diagnosticar e orientar o acompanhamento desses “pacientes reumáticos”.

Os centros de referência contam com a importante ajuda de outros profissionais da saúde, como enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, que colaboram na orientação aos pacientes e seus familiares, explicando melhor a doença, ajudando na obtenção de meios materiais para o tratamento (passes especiais para ônibus, medicamentos), realizando o contato com os pacientes que faltam às consultas, e organizando grupos de apoio psicológico PARA esses pacientes e seus familiares.

  1. Assim, os centros de referência auxiliam médicos dos postos de saúde e de outros hospitais a fazerem o diagnóstico da febre reumática.
  2. Esses hospitais de referência realizam todos os exames necessários para esse diagnóstico e, principalmente, acompanham a aplicação da penicilina benzatina, utilizando para facilitar esse controle o Cartão de Identificação do Portador de Febre Reumática.

Os Centros de Referência para Febre Reumática são atualmente no Rio de Janeiro: – Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG/UFRJ)- Ilha do Fundão, – Hospital Geral de Bonsucesso (HGB)- Bonsucesso, – Hospital dos Servidores do Estado (HSE) – Centro, – Hospital Universitário Pedro Ernesto- (HUPE/UERJ) -Vila Isabel, – Pavilhão de Adolescentes da UERJ / NESA — Vila Isabel – Hospital Municipal Jesus (HMJ) -Vila Isabel, – Hospital da Piedade – Piedade – Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (IECAC) – Humaitá, – Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras (INCL) -Laranjeiras – Hospital Getúlio Vargas Filho (HGVF) / Sociedade Amigos do Coração – Niterói.

O que fazer quando a benzetacil da alergia?

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR Benzetacil? – Reações de hipersensibilidade (alérgicas) sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento, com penicilinas. Indivíduos com história de hipersensibilidade a múltiplos alérgenos são mais suscetíveis a estas reações.

  • Benzetacil® (benzilpenicilina benzatina) deve ser utilizado com cautela, em indivíduos com história de alergia intensa e/ou asma.
  • Se ocorrer reação alérgica, a administração de Benzetacil® deverá ser interrompida, e o paciente receber tratamento adequado.
  • O uso de antibióticos poderá resultar no surgimento de microrganismos resistentes.
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Assim, seu médico deverá estar atento à ocorrência de novas infecções por bactérias ou fungos durante a terapia. Em infecções pela bactéria Estreptococcos, o tratamento deve ser suficiente para eliminar os microrganismos; caso contrário, as sequelas da doença poderão surgir.

  1. Recomenda-se a realização de exames que buscam a presença destas bactérias ao término do tratamento, para determinar se estas bactérias foram totalmente erradicadas.
  2. No tratamento da sífilis ou de outras infecções por espiroquetas (mesmo tipo de bactéria da sífilis), alguns pacientes podem desenvolver a reação de Jarisch-Herxheimer logo após o início da penicilina, e se deve provavelmente à liberação de endotoxinas pelos treponemas mortos, e pode ser confundida como uma reação alérgica.

Os sintomas incluem febre, calafrios, cefaleia e reações nos locais das lesões. Esta reação pode ser perigosa em alguns casos. Em tratamentos prolongados com penicilinas, particularmente quando são utilizados regimes de altas doses, recomendam-se avaliações periódicas das funções dos rins e exames de sangue.

Qual o tempo de reação da Benzetacil?

Como usar Benzetacil? – Recomendam que a injeção de Benzetacil seja feita atravessando o músculo. Em geral, na lateral da nádega, ou na parte lateral da coxa em crianças pequenas. A aplicação não pode ocorrer em vasos sanguíneos, nervos ou regiões próximas a essas estruturas, pois isso pode causar lesões graves e irreversíveis.

  1. Assim, é vital que um profissional de saúde qualificado cuide da aplicação.
  2. A ação da Benzetacil é bastante ágil,
  3. Começa a ocorrer de 15 a 30 minutos após a aplicação e atingindo seu pico de 24 a 48 horas depois.
  4. Quanto maior a quantidade do medicamento na injeção, maior também a duração do efeito.
  5. No entanto, é comum a recomendação da reaplicação da injeção a cada 1, 2 ou 4 semanas para garantir a eficácia total.

O final do tratamento ocorre quando o médico se certifica, em geral por meio de exames, que a bactéria alvo não resistiu a medicação. Ou seja, ela já está ausente no organismo do paciente.

Qual a reação alérgica da Benzetacil?

AS SEGUINTES REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE, ASSOCIADOS COM O USO DE PENICILINA, FORAM RELATADAS: ERUPÇÕES CUTÂNEAS 2, DESDE AS FORMAS MACULOPAPULOSAS ATÉ A DE RMATITE ESFOLIATIVA ; URTICÁRIA 3 ; EDEMA 4 DE LARINGE 5 ; REAÇÕES SEMELHANTES A DOENÇA DO SORO 6, INCLUINDO FEBRE 7, CALAFRIOS 8, EDEMA 4, ARTRALGIA 9 E

Qual antibiótico e a Benzetacil?

Da classe da antiga penicilina, o benzetacil é eficaz contra infecções bacterianas de vias aéreas e sexualmente transmissíveis, em administração injetável e intramuscular 30/11/2021 – Publicado há 2 anos Esta edição do Pílula Farmacêutica fala sobre o antibiótico benzilpenicilina benzatina ou penicilina G, mais conhecida como benzetacil, a temida injeção dolorida.

  1. O medicamento é da classe das penicilinas, substância descoberta pelo britânico Alexander Fleming em 1928 que marcou a história da medicina, tornando possível o tratamento de infecções bacterianas que até então representavam sentença de morte.
  2. Apesar de antiga, essa classe de antibióticos continua eficaz e é utilizada, ainda hoje, para tratar infecções de vias aéreas e sexualmente transmissíveis, entre outras.

Exemplo deste tipo de medicamento é a amoxicilina. Informa a acadêmica Giovanna Bingre, orientada pela professora Regina Andrade, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, que o benzetacil é um antibiótico de baixo custo e de alta eficácia.

  • Tem ação relativamente rápida, sendo possível notar melhora no quadro infeccioso 24 horas após a administração injetável do medicamento, com concentração circulante “no sangue por até 30 dias, dependendo da dose”.
  • É também seguro para uso em gestantes e usado como principal tratamento de sífilis congênita.

Entre os principais efeitos adversos, observam-se dor de cabeça, náuseas, candidíase e dor no local da injeção. Mas os profissionais de saúde também devem ficar atentos para possíveis alérgicos ao benzetacil que podem se tornar casos graves, apesar de raros (de 0,03 a 0,05% das pessoas).

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