Asked By: Henry Walker Date: created: Mar 05 2024

O que evitar alergia a níquel

Answered By: Oscar Bailey Date: created: Mar 08 2024

Alergias causadas pelo níquel » » Alergias causadas pelo níquel Você conhece o sulfato de níquel? É um metal muito utilizado na confecção de diversos produtos usados diariamente. Para se ter uma ideia da presença do sulfato de níquel, podemos encontra-lo em brincos, colares, anéis, moedas, maçanetas, lâminas de barbear ou em botões, cintos e apliques metálicos para roupas.

  1. Além de agulhas e alfinetes, pulseiras de relógio, e até nas panelas, talheres e utensílios domésticos entre outros usos.
  2. O grande problema do sulfato de níquel se deve aos casos de reação alérgica que ele pode causar, e as chances são elevadas devido ao grande número de produtos que contém o metal.
  3. Mas por que isso ocorre? Ao manter contato com o sulfato de níquel, a pessoa pode apresentar sintomas na hora ou horas depois.

A alergia que se desenvolve com o contato pelo sulfato de níquel pode ser notada por uma coceira no local onde a pele teve contato com o níquel, podendo a reação alérgica ser imediata ou levar alguns dias para aparecer. Depois da coceira, pode surgir o avermelhamento, formando um inchaço (edema) que pode se transformar em uma inflamação (eczema) ou, endurecimento da pele com vazamento de um líquido claro.

A maior surpresa fica para o fato de que o sulfato de níquel também é encontrado em alimentos. Chocolate, a gordura hidrogenada, feijão, e até nozes, ervilhas secas ou cereais podem conter o metal. Por isso, uma pessoa que é sensível pode desenvolver sintomas alérgicos. Para evitar a dermatite de contato por sulfato de níquel é simples: evite usar materiais que tenham sido banhados no metal, ou não ingerindo alimentos que contenham níquel.

No caso de botões de calças jeans, podemos revestí-los com tecidos e escolher produtos de níquel que sejam revestidos com outros materiais. Por exemplo, escolha utensílios domésticos que tenham cabo de plástico, prefira bijuterias de aço ou titânio, use panelas de teflon, ágata ou aço inoxidável e até os óculos podem ter a alternativa de aros de plástico.

Quem tem alergia a níquel pode usar DIU de prata?

Quem Tem Alergia A Niquel Pode Usar Diu De Cobre Dermatite de contato por metais é comum entre as mulheres, sendo frequentemente causada por bijuterias e piercings. O níquel é o principal metal causador de alergia na pele. Vários fatores podem contribuir para o surgimento das lesões, dentre eles:

pele ressecada; locais onde a espessura da pele é menor como pálpebras, genitais e orelha; tempo de contato da pele com o metal; predisposição genética.

Pacientes com alergia e suspeita de dermatite de contato por metais devem procurar um dermatologista para o diagnóstico e tratamento correto. A base do tratamento dessa alergia é evitar o contato do metal com a pele, pois a cada novo contato as lesões da pele reaparecem.

  1. Pacientes alérgicos a níquel devem preferir acessórios feitos de metais com menos risco de alergia como prata e ouro, no entanto, estes também podem conter uma pequena quantidade de níquel na composição.
  2. Existem disponíveis bijuterias chamadas “nickel -free”, ou sem níquel, feitas com aço inoxidável ou alumínio.

No Brasil ainda existem muitas opções de bijuterias que não utilizam metal, substituindo-os por diversos materiais alternativos como pedras, vidro, fibras e tecidos. Clique aqui e saiba mais sobre outros tipos de alergia, como no coro cabeludo.

Asked By: Nathaniel Turner Date: created: Apr 19 2024

Quais são os riscos do DIU de cobre

Answered By: Rodrigo Edwards Date: created: Apr 21 2024

Quando o DIU atravessa o útero para a cavidade abdominal, sua retirada é por meio de cirurgia. Outro risco é o aumento do fluxo menstrual e cólicas severas em algumas mulheres com o uso do DIU de cobre. Em situações como essa, quando não há melhora após 1 ano, o dispositivo é substituído pelo hormonal.

Quais problemas o DIU de cobre pode causar?

Entendendo os dispositivos intrauterinos – O médico coloca o dispositivo intrauterino (DIU) no útero da mulher através da vagina. Os DIUs são feitos de plástico moldado. Dois tipos de DIU liberam uma progestina chamada levonorgestrel. O outro tipo tem a forma de um T e possui um fio de cobre enrolado na base e nos braços do T.

Os DIUs são muito eficazes. Os DIUs não têm efeitos gerais sobre todo o corpo (sistêmicos). A mulher precisa tomar uma decisão contraceptiva apenas a cada três, cinco, sete ou dez anos.

Há cinco tipos de DIU disponíveis nos Estados Unidos no momento. Quatro deles liberam uma progestina (levonorgestrel). Um deles tem eficácia por três anos e os outros têm eficácia por cinco ou sete anos. Durante esse período, a gravidez ocorre apenas em

1,0% das mulheres usando o DIU de três anos 0,9 a 1,4% das mulheres usando o DIU de cinco anos 0,5% das mulheres usando o DIU de sete anos

O quinto tipo, que contém cobre, permanece eficaz por pelo menos dez anos. Quando ele permanece no lugar por 12 anos, menos de 2% das mulheres engravidam. Um ano após a remoção de um DIU, 80% a 90% das mulheres que tentam engravidar conseguem. A maioria das mulheres, inclusive as que nunca tiveram filhos e as adolescentes, podem usar DIUs.

Uma anomalia estrutural que distorça o útero Gravidez

Um DIU pode ser colocado em qualquer momento durante o ciclo menstrual se a mulher não tiver tido relações sexuais sem proteção desde a última menstruação. Se a mulher tiver tido relações sexuais sem proteção, um exame de gravidez deve ser feito antes da colocação do DIU e a mulher é aconselhada a não usar outro método contraceptivo até o exame ser realizado.

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A possibilidade de gravidez deve ser descartada antes da colocação do DIU, a menos que a mulher deseje usar o DIU como contracepção de emergência após ter tido relações sexuais sem proteção. Nesses casos, um DIU de cobre pode ser colocado para evitar uma gravidez não desejada. Se colocado no prazo de cinco dias após ter tido relações sexuais sem proteção, um DIU de cobre é quase 100% eficaz como contracepção de emergência.

Então, se a mulher desejar, ele pode ser deixado no lugar para ter um método anticoncepcional de longo prazo. O DIU liberador de levonorgestrel não será usado para contracepção de emergência e a possibilidade de gravidez deve ser descartada antes da sua colocação.

Antes de o DIU ser colocado, é possível que o médico recomende a realização de exames para detectar a presença de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) com base nos fatores de risco da mulher. No entanto, o médico não precisa esperar os resultados dos exames de IST antes de inserir o DIU. Se o resultado for positivo, a IST será tratada e o DIU não é retirado.

O DIU não será inserido se o médico observar a presença de secreção purulenta logo antes de o DIU ser inserido. Nesses casos, serão feitos exames de IST, e ela começa a tomar antibióticos imediatamente, sem esperar pelo resultado dos exames. Nesse caso, o DIU será inserido após a conclusão do tratamento da infecção.

É possível que um anestésico seja injetado no colo do útero antes da inserção para diminuir a dor durante a inserção. Um DIU pode ser colocado imediatamente após um aborto espontâneo ou induzido que ocorra durante o 1º ou o 2º trimestre e imediatamente após a expulsão da placenta após um parto por cesariana.

No momento da colocação, o útero é contaminado brevemente por várias bactérias, mas raramente ocorre infecção. Os cordões do DIU não forcem acesso a bactérias. O DIU aumenta o risco de infecção pélvica apenas durante o primeiro mês de uso. Se houver uma infecção, ela é tratada com antibióticos.

  1. O DIU pode ser deixado no lugar, a menos que a infecção persista após o tratamento.
  2. Não é necessária uma consulta de acompanhamento de rotina após a inserção do DIU.
  3. No entanto, a mulher deve consultar o médico se ela tiver problemas como dor, sangramento intenso, secreção vaginal anômala ou febre, se o DIU for expelido ou se estiver insatisfeita com o DIU.

Sangramento e dor são as principais razões pelas quais as mulheres decidem remover o DIU, representando mais da metade das remoções realizadas antes do tempo de troca. O DIU de cobre aumenta a quantidade de sangramento menstrual e pode causar cólicas.

  • AINEs normalmente podem aliviar as cólicas.
  • Os DIUs liberadores de levonorgestrel causam sangramento irregular durante os primeiros meses após a inserção.
  • Porém, depois de um ano, o sangramento menstrual cessa completamente em até 20% das mulheres.
  • Normalmente, os dispositivos intrauterinos são expelidos em menos de 5% das mulheres durante o primeiro ano após sua colocação, em geral durante as primeiras semanas.

Às vezes a mulher não percebe a expulsão. Cordões plásticos ficam presos ao DIU para que a mulher possa verificar ocasionalmente se o DIU não saiu do lugar, caso ela queira. No entanto, a mulher costuma ter sangramento ou dor se o DIU for expelido ou estiver na posição errada.

  • Se outro DIU for colocado após a expulsão de um, ele normalmente fica no lugar.
  • Se o médico suspeitar que o DIU foi expelido, a mulher precisa usar outra forma de método contraceptivo até que o problema seja resolvido.
  • Se a mulher engravidar enquanto está usando um DIU, ela tem mais propensão a ter uma gravidez fora do útero (ectópica).

Contudo, o risco geral de gravidez ectópica é muito menor para mulheres que usam DIU em comparação com as que não utilizam um método contraceptivo, porque esses dispositivos evitam a gravidez de maneira eficaz. Os DIUs liberadores de levonorgestrel de cinco anos também são um tratamento eficaz para mulheres com menstruação abundante. Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Quem tem alergia a bijuteria pode usar DIU de cobre?

Contraindicações – Existem poucas contraindicações absolutas ao uso do dispositivo intrauterino. As principais são: Anormalidades anatômicas do útero : útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam a cavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIU.

  • Obs: miomas que não causem distorções relevantes do útero ou que não atrapalhem a implantação do DIU não são contraindicações.
  • Infecção ginecológica ativa : mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite, cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clamídia não podem utilizar o DIU até que estejam plenamente curadas por, pelo menos, 3 meses.

Gravidez presente ou suspeita : mulheres grávidas não podem usar dispositivo intrauterino, pois há elevado risco de aborto. Câncer uterino : mulheres com câncer do endométrio ou do colo do útero não devem utilizar o DIU. Sangramento ginecológico de origem não esclarecida : antes da implantação do DIU, qualquer sangramento anormal deve ser investigado.

Quando não é possível colocar o DIU?

7. Quem não pode usar DIU? –

  • O DIU não deve ser colocado em mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez.
  • Também não podem usar DIU as mulheres com úteros malformados, com doenças inflamatórias pélvicas, com infecções genitais, com câncer de colo do útero, com câncer de endométrio.
  • Mulheres com exame de prevenção do câncer do útero alterado também não devem colocar o DIU.
  • Qualquer sangramento vaginal inesperado e sem causa conhecida deve ser investigado antes da colocação do DIU para garantir que não haja nenhuma contra indicação para o método.
  • O DIU hormonal não pode ser usado por mulheres que apresentem doenças chamadas hormônio dependentes (doenças onde o uso de hormônio é contraindicado), tais como câncer de mama ou trombose.
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Por que não colocar DIU?

7. O DIU tem contraindicações – Verdade. Como todos os métodos contraceptivos, o dispositivo também tem algumas contraindicações. Ele não deve ser utilizado por mulheres que possuem alguma malformação no útero, útero muito pequeno ou infecções uterinas recentes. Ele também não é indicado para mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual.

Como saber se tenho alergia a níquel?

Alergia a metais, problema frequente da modernidade A alergia a metais, especialmente ao níquel e ao cobalto, muito presentes em bijuterias, atingem cerca de 10% da população adulta. O níquel em especial pode, em contato com a pele através das exposições contínuas, causar inflamações em qualquer idade.

Estas inflamações são chamadas de dermatite de contato. Se desenvolvem lentamente, horas, dias, meses ou anos após a substância entrar em contato com algum local da pele. Há uma tendência genética para este tipo de alergia. A influência do modismo e estilo de vida tem papel importante no desenvolvimento da sensibilização.

Em 1950 o níquel foi incorporado a produtos como bijuterias, zíperes, suspensórios e cintos. Atualmente o níquel está presente em vários materiais de adorno, incluindo piercings, relógios, botões de roupas, cosméticos, alimentos, próteses ortopédicas, aparelhos ortodônticos e mesmo nas baterias de aparelhos celulares.

Até o ouro e a prata podem ter um pouco de níquel. No dia a dia de consultório observamos um aumento contínuo de alergia ao níquel. Se manifesta inicialmente com lesões avermelhadas, pruriginosas e algumas vezes, com pequenas bolhas e secreção. O local habitual das lesões coincide com o local da exposição do agente causador.

Por exemplo, é frequente a inflamação nos lóbulos das orelhas pelo contato com o brinco ou a inflamação próxima ao umbigo pelo contato com os botões metálicos da roupa, cintos ou zíper. Com o tempo a sensibilização tende a se agravar ocorrendo lesões a distância do local inicial de contato, podendo disseminar para a pele toda.30 a 40% dos pacientes desenvolvem eczema nas mãos e com o tempo as lesões tendem a ficar com aspecto mais ressecado, muito pruriginoso pelo espessamento cutâneo.

  • Pessoas alérgicas a este tipo de substância tem que tomar cuidado.
  • É uma dermatite por sensibilização através do sangue, ou seja, dá alergia não somente no local que encostou o objeto, mas se dissemina para as áreas da pele em que não houve contato.
  • A transpiração tende a piorar a alergia, pois o cloreto de sódio presente no suor promove a dissolução do níquel e a maior penetração na pele.

Por isso estes eczemas tendem a se agravar no verão. Deixar de ter alergia ao níquel é incomum, mas pode diminuir com o tempo. O melhor método para confirmar o diagnóstico clínico é através de teste de contato (patch test) com substâncias já padronizadas.

O mais importante a ser considerado é que a alergia não tem cura. O que deve ser feito é evitar o contato com o alérgeno responsável. Durante a crise alérgica, mesmo retirando o material desencadeador do contato com a pele, as lesões continuam inflamadas por 14 a 28 dias, pela sensibilização prévia das células relacionadas à alergia.

Neste momento é muito importante que o dermatologista trate o paciente com medicamentos para aliviar os sintomas. São utilizados desde medicamentos para uso local como pomadas à base de corticoides e antibióticos se houver secreção purulenta, até medicamentos sistêmicos para aliviar a coceira, inflamação ou infecção.

O paciente com alergia a metais deve ser educado em relação às medidas de prevenção, como por exemplo, não usar bijuterias ou trocar os botões de vestimentas por botões de plástico. Pessoas muito alérgicas podem contar na atualidade com o Ni Test, adquirido no Brasil através da internet. O kit tem 2 reagentes e aplica-se no objeto suspeito de conter níquel uma gota de cada solução com um aplicador tipo haste com ponta de algodão.

Se o objeto tiver níquel o aplicador fica rosa. Desta maneira o paciente pode identificar nos seus objetos o que deve evitar. Pessoas muito alérgicas precisam de apenas alguns minutos de contato para desencadear a alergia. Um botão encostado na barriga ou o ato de segurar moedas na mão podem ser suficientes para iniciar a alergia.

Em 1992 a Dinamarca implementou uma regulamentação de limites de liberação de níquel através de objetos de metais de contato com a pele. Deste período para cá já houve, segundo as pesquisas, diminuição da sensibilização a este metal neste país. Em 1994 foi implementada medida semelhante na Europa. No Brasil ainda não há regulamentação sobre os níveis de níquel nos objetos que entram em contato com nossa pele.

Como dizem alguns, “este será o caminho da modernidade: achar soluções para os problemas que ela mesma cria”!

Asked By: Fred Young Date: created: Jan 15 2024

Como eu sei que meu corpo rejeitou o DIU

Answered By: Xavier Hall Date: created: Jan 18 2024

Após a inserção do DIU, é comum sentir cólicas leves, que podem ser aliviadas com anti-inflamatórios. Nos primeiros meses, também é possível ter sangramentos irregulares e mudanças no ciclo menstrual. Complicações decorrentes do uso do DIU não são frequentes, mas é importante estar atenta a sintomas anormais.

A posição correta do DIU pode ser sentida pela própria mulher, ao tocar o colo do útero. O correto é sentir as pontas dos fios apenas. Caso não consiga senti-las, ou perceba que a haste do dispositivo está para fora do colo do útero, é sinal de que o DIU saiu da posição correta. Febre, cólicas intensas, sangramentos fortes e corrimento com cheiro anormal podem indicar problemas, como infecção, deslocamento ou outras situações.

Ao perceber qualquer um desses sinais e sintomas, procure seu médico. Ainda tem dúvidas? Temos um novo artigo em nosso blog que aborda exatamente esse tema: ” Será que o DIU está fora do lugar ?”. Nele, você encontrará orientações detalhadas sobre essa questão.

https://goo.gl/Ej4dUT – https://goo.gl/ALgANU – https://goo.gl/GtZrKi –

Asked By: Isaac Roberts Date: created: Jul 12 2023

Tem níquel no aço cirúrgico

Answered By: Eric Flores Date: created: Jul 13 2023

Diferença entre Titânio e Aço Cirúrgico. Quem Tem Alergia A Niquel Pode Usar Diu De Cobre Quando se trata de material, em alguma das vezes, fica difícil escolher! Mas separamos aqui um resumo para ajudar no momento da escolha da peça. Para primeira perfuração, era muito solicitado e usado jóias em Aço Cirúrgico, mas ultimamente tem escutado falar mais sobre as jóias em Titânio, principalmente para primeira perfuração, pois como o material é utilizado até mesmo para próteses cirúrgicas, tem-se a comprovação de que o material é super bem aceito pelo nosso organismo, gerando assim uma cicatrização mais rápida e tranquila.

Tanto os modelos em Aço cirúrgico como o Titânio são livres de níquel e da mistura de outros metais, o que evita a irritação na pele, portanto são ótimas para pessoas que possuem alergias ou tem a pele mais sensível. Entretanto, o Titânio é altamente resistente a corrosão, e além disso, pode ser anodizado em diferentes cores, no dourado, por exemplo, o que garante neste caso a durabilidade da peça na praia ou piscina.

No caso do Aço Cirúrgico, geralmente as peças douradas são banhadas, portanto não é recomendado utilizar na praia ou piscinas, pois o banho que a joia recebe pode sim sair, e ficar a sensação de uma peça manchada. Contudo, ambas possuem excelentes qualidade e com sua finalidade, porém o Titânio é mais nobre que o Aço Cirúrgico pelos pontos citados.

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O que causa alergia a níquel?

SIGA AS DICAS – Para evitar a exposição ao níquel e reduzir os sintomas basta seguir essas 5 dicas : 1 – Escolha jóias com cuidado. É comum que uma alergia ao níquel pode se desenvolver a partir do uso de jóias contendo níquel. Brincos, piercings e relógios são alguns dos maiores culpados; no entanto colares, anéis e pulseiras contendo níquel também podem desencadear os sintomas.

  • Para evitar a exposição, usar apenas jóias feitas de metais como aço de grau cirúrgico inox, 18, 22, ou ouro amarelo 24 quilates, prata pura, ou platina.2 – Verifique o seu vestuário.
  • Também é comum para fivelas de cintos, ganchos de sutiã, e botões de metal, zíperes e fechos podem conter níquel.
  • Se a sua roupa tem estes materiais, o ideal é substituí-los por outros que sejam de plástico ou revestido de plástico.

Você também pode criar uma barreira entre estes itens e sua pele revestindo os itens com base de esmalte. No entanto, a base terá que ser reaplicada com freqüência.3 – Uso de capa eletrônica. Relatórios recentes sugerem que alguns dispositivos eletrônicos, incluindo telefones celulares, laptops e tablets, podem conter níquel.

  • Para evitar a exposição, sempre use uma capa protetora em seus dispositivos eletrônicos.4 – Objetos Domésticos.
  • Substituir os objetos contendo níquel por objetos feitos de outros materiais.
  • Exemplos incluem chaves de bronze, lâminas de barbear revestida de titânio ou aço inoxidável, potes e panelas com alças de silicone e de titânio ou armações de óculos de plástico.5 – Cuidado com a alimentação.

Evite alimentos que contenham níquel se você é extremamente sensível ao níquel. Alguns alimentos que contêm grandes quantidades de níquel incluem produtos, tais como a soja, molho de soja e tofu-alcaçuz, trigo, cacau em pó, amêijoas, caju, e figos. Erupções cutâneas causadas por uma alergia ao níquel não apresentam risco de vida, mas podem ser desconfortável.

Como saber se é níquel?

Características do níquel – Quem Tem Alergia A Niquel Pode Usar Diu De Cobre Uma amostra do metal níquel em sua forma pura O níquel, em sua forma pura, é um metal de coloração branco-prateada, Ele é levemente duro (3,5 na escala Mohs), maleável, com boa resistência à corrosão e à oxidação. Sabe-se que o níquel mantém suas propriedades físicas mesmo quando submetido a temperaturas extremas.

  • Na temperatura de 25°C, o níquel apresenta densidade de 8,5 g.cm -3,
  • Outro destaque é o seu magnetismo : o níquel se transforma em ímã em contato com campos magnéticos,
  • Ele tem, ainda, capacidade de melhorar as propriedades dos metais e ligas a que se associa, existindo mais de três mil ligas de níquel com aplicação industrial ou doméstica.

Sendo assim, na indústria ele é visto como um material imprescindível, devido à sua performance, bons resultados e grande eficácia. Leia também : Nióbio – metal com aplicações industriais e comerciais

Asked By: Hugh Rivera Date: created: Jul 09 2023

Quem tem alergia a metal pode usar DIU

Answered By: Blake Butler Date: created: Jul 09 2023

Alergia ao cobre: mulheres que possuem alergia ao cobre não podem utilizar o DIU revestido por este metal.

Quais Infecções o DIU de cobre pode causar?

2. O DIU de cobre causa infecção? Mito. No passado, esse método realmente podia aumentar o risco de doença pélvica inflamatória, mas os DIUs modernos têm uma construção diferente da dos DIU dos anos 70.

Asked By: Chase Clark Date: created: Feb 06 2023

Quem tem alergia a níquel pode usar DIU de prata

Answered By: Morgan Morris Date: created: Feb 08 2023

Quem Tem Alergia A Niquel Pode Usar Diu De Cobre Dermatite de contato por metais é comum entre as mulheres, sendo frequentemente causada por bijuterias e piercings. O níquel é o principal metal causador de alergia na pele. Vários fatores podem contribuir para o surgimento das lesões, dentre eles:

pele ressecada; locais onde a espessura da pele é menor como pálpebras, genitais e orelha; tempo de contato da pele com o metal; predisposição genética.

Pacientes com alergia e suspeita de dermatite de contato por metais devem procurar um dermatologista para o diagnóstico e tratamento correto. A base do tratamento dessa alergia é evitar o contato do metal com a pele, pois a cada novo contato as lesões da pele reaparecem.

Pacientes alérgicos a níquel devem preferir acessórios feitos de metais com menos risco de alergia como prata e ouro, no entanto, estes também podem conter uma pequena quantidade de níquel na composição. Existem disponíveis bijuterias chamadas “nickel -free”, ou sem níquel, feitas com aço inoxidável ou alumínio.

No Brasil ainda existem muitas opções de bijuterias que não utilizam metal, substituindo-os por diversos materiais alternativos como pedras, vidro, fibras e tecidos. Clique aqui e saiba mais sobre outros tipos de alergia, como no coro cabeludo.

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